terça-feira, julho 20, 2010

Histórias esquecidas 38: A Corrida das Gargalhadas, de Jacovitti (4ª e última parte)

Hoje postamos as páginas 16 a 22 da aventura A Corrida das Gargalhadas (no original Il Giro della Risata), de Benito Jacovitti, terminando assim esta aventura.

A digitalização das páginas foi realizada a 150 dpi, podendo esta ser acessível através de um clique no rato nas miniaturas abaixo apresentadas.




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quarta-feira, julho 14, 2010

Histórias esquecidas 38: A Corrida das Gargalhadas, de Jacovitti (Parte 3)

Divulgamos aqui as páginas 11 a 15 da aventura A Corrida das Gargalhadas (no original Il Giro della Risata), de Benito Jacovitti.

A digitalização das páginas foi realizada a 150 dpi, podendo esta ser acessível através de um clique no rato nas miniaturas abaixo apresentadas.




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sexta-feira, julho 09, 2010

Histórias esquecidas 38: A Corrida das Gargalhadas, de Jacovitti (Parte 2)

Hoje postamos aqui as páginas 6 a 10 da aventura A Corrida das Gargalhadas (no original Il Giro della Risata), de Benito Jacovitti.

A digitalização das páginas sfoi realizada a 150 dpi, podendo esta ser acessível através de um clique no rato nas miniaturas abaixo apresentadas.




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segunda-feira, julho 05, 2010

Histórias esquecidas 38: A Corrida das Gargalhadas, de Jacovitti (Parte 1)

Hoje começamos a divulgação de mais uma aventura de Jacovitti, igualmente publicada no Almanaque do Papai Noel, referente ao Natal de 1966, da EBAL, Editora Brasil-América, Lda.

Intitulada A Corrida das Gargalhadas (no original Il Giro della Risata), tem a particularidade de nela intervirem diversas personagens das aventuras desenhadas pelo autor: I tre P, Pippo Pertica e Palla (em português do Brasil Pipo, Papo e Pimpão), Zagar, o vilão e misterioso ladrão mascarado, Cip, l'arcipoliziotto, o polícia que busca incessantemente capturar Zagar e que se caracteriza por constantemente dizer a expressão lo supponevo (em português, já calculava ou já imaginava), a Signora Carlomagno, uma idosa que se envolve nas mais diversas peripécias, e dorada de grande resistência física, e ainda Mandrago il Mago, um mágico claramente inspirado na personagem Mandrake.

Trata-se de uma corrida de vespas, um tipo de veículo extremamente popular na Itália do pós-guerra e que deu origem a um sem-número de seguidores que ainda hoje o têm como objecto de culto.

Tal como a história anterior, é inédita em Portugal.

Esta aventura será igualmente apresentada em diversas postagens sucessivas, tendo a digitalização das páginas sido realizada a 150 dpi, podendo esta ser acessível através de um clique no rato nas miniaturas abaixo apresentadas.




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domingo, junho 27, 2010

Histórias esquecidas 37: Pipo no Castelo da Baronesa de Rococó, de Jacovitti (Última parte)

Com as páginas 16 a 22 da aventura desenhada por Benito Jacovitti intitulada Pipo no Castelo da Raronesa de Rococó terminamos a postagem desta história.




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terça-feira, junho 22, 2010

Histórias esquecidas 37: Pipo no Castelo da Baronesa de Rococó, de Jacovitti (Parte 3)

Páginas 11 a 15 da aventura desenhada por Benito Jacovitti intitulada Pipo no Castelo da Raronesa de Rococó.




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Um vídeo com Jacovitti



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quinta-feira, junho 17, 2010

Histórias esquecidas 37: Pipo no Castelo da Baronesa de Rococó, de Jacovitti (Parte 2)

Hoje deixamos aqui as páginas 5 a 10 da aventura iniciada na postagem anterior.




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segunda-feira, junho 14, 2010

Histórias esquecidas 37: Pipo no Castelo da Baronesa de Rococó, de Jacovitti (Parte 1)

Esta postagem será um pouco diferente do habitual, uma vez que não se refere a uma publicação portuguesa, mas sim brasileira, o Almanaque do Papai Noel, em particular a edição Big66, referente ao Natal de 1966, da EBAL, Editora Brasil-América, Lda.

Este número anual foi inteiramente dedicado a Benito Jacovitti, um dos maiores desenhadores (e argumentistas) italianos de sempre, ou até mesmo dos quadradinhos mundiais.

Pretendemos aqui divulgar uma das histórias presentes nesse Almanaque, intitulada Pipo no Castelo da Baronesa de Rococó, que originalmente se intitula Pippo nel castelo di Rococò, publicada em 1951, com diversas reedições em anos posteriores, quer em álbum individual, quer em colectânea de vários trabalhos do autor, muitas vezes sofrendo de uma montagem muito deficiente, devido à dimensão das páginas em que estas foram publicadas. E será interessante observar as diferenças que existem entre estas diversas edições, incluindo a brasileira, em grande parte devido ao facto acima assinalado, um mal de que também padeceram muitas das edições portuguesas, em que a montagem das páginas e dos balões e legendas acabou por «cortar» uma boa parcela dos desenhos originais.

Pipo, uma das personagens preferidas do seu autor, que lhe recordava os seus tempos de criança, pertence ao trio I tre P, Pippo Pertica e Palla (em português do Brasil Pipo, Papo e Pimpão), que possuíram diversas aventuras que decorreram nos mais diversos ambientes e em variadas circunstâncias, desde viagens à Lua ou ao futuro, até sátiras a propósito do nazismo e da II Guerra Mundial, tendo surgido em 1939 na revista satírica florentina Il Brivido com a história Pippo e gli inglesi.

Creio ser uma série virtualmente desconhecida em Portugal, e porventura inédita, o que revela bem o desconhecimento que existe no nosso país acerca de um dos grandes talentos dos quadradinhos. O estilo de Jacovitti, inigualável, mistura sátiras de diversas personagens clássicas dos quadradinhos, num mistura caricatural muito própria, em que se cruzam as críticas social, política e cultural, utilizando frequentemente o absurdo, com laivos surrealistas, aspectos que lhe conferem um tom muito particular e original, que infelizmente parece ter sido ignorado pelos editores nacionais ao longo dos tempos, tendo-nos sido apenas acessível ou em edições originais italianas ou nesta edição brasileira.

A aventura que aqui pretendemos divulgar será apresentada em diversas postagens sucessivas, tendo a digitalização das páginas sido realizada a 150 dpi, podendo esta ser acessível através de um clique no rato nas miniaturas abaixo apresentadas.




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terça-feira, maio 04, 2010

Histórias esquecidas 36: S.O.S. na Idade da Pedra, por Edgar Caygill (arg.) e Vítor Péon (des.)

Não são muito abundantes as histórias de quadradinhos em que os próprios autores participam enquanto personagens, e serão ainda em menor número no caso de as aventuras decorrerem numa época diferente da actual. No entanto, é este o caso de S.O.S. na Idade da Pedra.

Escrita por Edgar Caygill, um dos pseudónimos de José Augusto Roussado Pinto, e desenhada por Víctor Péon (sic), esta aventura decorre precisamente entre a altura em que o texto terá sido escrito e a Idade da Pedra, como o próprio título indica, e os autores desempenham na história um papel crucial, intervindo no desenrolar da acção, dialogando com as restantes personagens, muito embora se tratasse de homens dessa época pré-histórica e o entendimento entre estes e aqueles fosse de todo em todo improvável. Mas o mundo dos quadradinhos é um mundo de fantasias. Essa relação e a intercomunicação entre diferentes eras chega a propiciar algumas cenas cómicas, como é o caso do argumentista ser agredido por um machado e o desenhador não se separar das suas pranchas de desenho.

Publicada como suplemento ao Jornal do Cuto, de que Roussado Pinto era editor e director, este número único está datado de 1 de Outubro de 1977. O seu formato é oblongo, com cerca de 27 cm de largura por 18,5 cm de altura. Possui 36 páginas, todas a preto e branco, com a excepção da primeira, impressa a quatro cores, havendo uma cercadura a encarnado na última página. Para além de haver indicação dos autores na primeira página, algumas das vinhetas apresentam a indicação de autoridade do seu desenhador.

As imagens foram digitalizadas a 72 dpi, podendo ser aumentadas para 150 clicando sobre as mesmas com o rato.




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