Little Orphan Annie
Harold Gray criou Little Orphan Annie em 1924, tendo a tira feito a sua primeira aparição a 5 de Agosto desse ano, baseando-se, para isso, na personagem do poema de James Whitcomb Riley Little Orphant Annie.
Annie é uma rapariguinha com cabelos ruivos e encaracolados, e uns olhos redondos que foram desenhados por Gray como círculos vazios, a qual foi recolhida por um milionário, "Daddy" Oliver Warbucks, cujos inimigos deste influente capitalista tentavam por todos os meios possíveis raptar ou magoar Annie, sendo a intriga da série praticamente dedicada a esses esforços e às subsequentes peripécias. Annie travou conhecimento com políticos corruptos, gangsters, lutou contra os nazis, e também benfeitores e gente que a ajudava desinteressadamente, havendo ainda elementos sobrenaturais, desde fantasmas a gnomos.
A partir desta série e da sua popularidade, realizaram-se diversas versões em cinema, sendo a primeira de 1938, dirigida por Ben Holmes, e a segunda, mais recente, de 1982, realizada por John Huston, a partir do espectáculo musical.
Após a morte de Gray, em 1968, a série decaiu de qualidade, mas foi retomada por Leonard Starr em 1979, na sequência do êxito do musical da Broadway, com o título Annie.
Actualmente a série continua a ser publicada, estando a cargo de Ted Slampyak e Jay Maeder e existem diversas reedições da obra de Harold Gray, ainda disponíveis.
A tira que aqui apresentamos está datada de 2/1 de 1969 e não apresenta assinatura. A dimensão da mancha é de 50,2 x 15 cm e a do papel de 58,5 x 18,8 cm, aproximadamente.
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A primeira não tinha existência autónoma. 
A segunda é o 
A terceira publicação é 
Em Portugal, Bugs Bunny ficou também conhecido como Pernalonga, por influência brasileira. Não encontramos de facto publicações que tenham dado o devido realce a este personagem em Portugal, para além de ocasionais aparições em diversas revistas, havendo memória de uma publicação da Agência Portuguesa de Revistas intitulada Bugs Bunny, como era conhecido no nosso país. No Brasil, que exportava para Portugal as revistas com estes personagens, encontramo-lo em Mindinho, da Editora EBAL, e em revista própria, da mesma editora, tendo ainda havido outras publicações de outras editoras a ele dedicadas.







, que se tornou popular graças aos episódios transmitidos através de uma pequena estação de rádio, a WXYZ, de Detroit, nos Estados Unidos, a partir de Janeiro de 1933. Mais tarde surgiu em
A história do personagem tem origem nos Texas Rangers, a que John Reid pertencia, juntamente com o seu irmão Dan, tendo ambos sido emboscados por criminosos por volta de 1850. O único sobrevivente, John Reid, foi tratado pelo índio Tonto, que ele havia salvo da morte ainda quando eram ambos jovens, passando a assumir a nova identidade e usando uma máscara feita a partir do colete do seu irmão. Assim começaram as suas aventuras, e as cavalgadas do
Foi
Entre nós, foram principalmente as publicações brasileiras que deram destaque a 

Foram diversos os desenhadores que se entregaram à tarefa de desenhar Nightwing, bem como os argumentistas, de que aqui destacamos Chuck Dixon.




Em 1912, graças à fama obtida com a série The Newlyweds, foi contratado pelo New York American, abandonando a série para o desenhador A. Carmichael e dando-lhe continuidade no American com o título Their Only Child. Aí lançou novas séries, mas foi com Bringing Up Father que atingiu o seu mais alto índice de popularidade e de sucesso. Embora tivese realizado algumas tiras desde 1911, só a 2 de Janeiro de 1913 é que Bringing Up Father assumiu este título, passando a ser publicada como tira diária em 1916 e como página dominical a 14 de Abril de 1918.

A data da criação de Little Lulu é 1935, tendo surgido no Saturday Evening Post a 23 de Fevereiro desse ano, inicialmente como um «cartoon» de uma única vinheta. Mais a tira nunca chegou a ter tanta aceitação como, mais tarde, os comic-books, que desenvolveram as aventuras e o grupo de personagens que foram surgindo a pouco e pouco, adquirindo algumas, até, uma certa autonomia ao ponto de sobre elas se criarem as suas próprias histórias, que chegaram até ao mundo da animação, as quais eram destinadas sobretudo ao público infanto-juvenil. Inicialmente a personagem surgiu numa publicação juntamente com outras histórias, tendo ganho a sua própria revista em 1945.

Como inicialmente referimos, foram as edições brasileiras que mais contribuíram para divulgar a personagem entre nós, a semelhança de outras, tais como o Brasinha, o Gasparzinho, o Pimentinha, Tom e Jerry, Frajola e Piu-Piu, os Jetsons, e tantas mais, que entre nós quase só surgiam nos desenhos animados. Eram publicadas pela Editora O Cruzeiro, num formato aproximado de 26 por 18 cm, com uma qualidade de impressão e de papel muito má, e mais tarde pela Abril, num formato reduzido. As edições mais antigas constituem hoje uma raridade e não é fácil arranjá-las em bom estado de conservação.
Cisco Kid começou por ser um personagem de cinema antes de se tornar num personagem de quadradinhos. estreando-se em 1950 na televisão, numa série de
Devido ao risco de ver o seu filho recrutado para prestar serviço no exército norte-americano, que estava envolvido em conflitos militares no extremo-oriente, Salinas decidiu regressar para a Argentina, continuando a desenhar a série até 1968, tendo a última tira sido publicada a 5 de Agosto desse ano. O seu filho,
O estilo de José Luis Salinas caracterizava-se por um traço fino, de grande beleza e mestria, e os argumentos eram interessantes de seguir, envolvendo especulações e disputas de terras, negócios obscuros de contrabando de bebidas, assaltos a comboios, pistoleiros contratados, um sem fim de peripécias em que havia sempre, ou quase sempre, um indivíduo ou grupo de indivíduos com grande tendência para a actividade criminosa.